Alívio da dor

É natural a correlação entre relaxamento a alivio da dor. Uma grande porcentagem delas é de origem psicossomática ou conseqüência de traumas, maus hábitos ou esforços excessivos.



As endorfinas, liberadas durante as sessões de flutuação, são as principais responsáveis pela analgesia nestas situações.

Estes opióides endógenos encontrados basicamente em regiões específicas do sistema nervoso central, ou mesmo na circulação sangüínea, são responsáveis por diversas alterações psicofisiológicas que estão diretamente ligadas ao controle da dor e à sensação de bem-estar proporcionada pela prática regular de exercícios físicos e da flutuação.

A medicina tem recomendado também o uso da flutuação como tratamento auxiliar para asma, arritmia, artrite, esclerose múltipla, desarranjos gastrintestinais e cardíacos, doenças de pele, distúrbios de comportamento, distúrbios psicofisiológicos, ansiedade, crianças com autismo, síndrome pré-menstrual e pânico crônico entre outros.

Problemas relacionados à tensão tais como enxaqueca, dor nas costas e insônia melhoram sensivelmente.

A utilização de flutuários em centros de estudo e tratamento da dor é crescente em todo o mundo e novas pesquisas apontam para um número maior de aplicações.